quinta-feira, 31 de março de 2011

Olha o jabá!

Pois é minha gente, enquanto o arquivo gigantesco que está salvando não acaba de processar, eu tenho um tempinho pra vir aqui e dizer oi.

Oi.

Ah! E fazer um jabá, claro...


Esse aí é o KhayLass, e se você não for visitar minha galeria no Deviant Art, esse martelo encontrará de forma contundente seu crânio.

sexta-feira, 25 de março de 2011

When Captain America throws his mighty shield

Gostaria muito de acreditar que os executivos da FOX fossem acompanhar o Café do Flexa. Esse post é dedicado à eles.

Viram o trailer de Captain America: First Avenger ?

Então veja aí que o texto continua depois...



Viu, FOX? É assim que se faz.

É exatamente fiel ao Capitão América que conhecemos nas HQ? NÃO. Ele foi adaptado para uma mídia nova, teve seu visual modificado para ser mais plausível (ou tão plausível quanto possível num mundo de superheroes) e o trailer já mostra que será mágico!

Perceberam que o ator também já foi um herói da Marvel, mas num filme da FOX? Pois é... conseguiram pescar o cara no abominável Fantastic Four e transformar o sujeito em um Cap que convence!

Recapitulando... Captain America e Thor seguem o caminho do sucesso de Iron Man. Xmen-Frist Class segue o caminho de daredevil, Ghost Rider, Fantastic Four, Spiderman 3... preciso dizer pra onde?

Opinião minha... Captain Maerica: First Avenger só deve ficar atrás de Thor. Anthony Hopkins e Kenneth Branagh juntos? Com Mjolnir? Não sobrará pedra sobre pedra!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Tempo não-linear

Tem coisas que entram na nossa cabeça de um jeito, que nunca conseguimos esquecer.
Existem duas lembranças gravadas no meu cérebro nerd muito específicas quando se fala da lienaridade do tempo.

A primeira delas (não a mais antiga, mas a mais marcante) vem da sagrada franquia de Star Trek. Em DS9, quando Sisko encontra pela primeira vez os Profetas de Bajor. (sim, eu sei que não dá pra deixar esse post mais nerd depois dessa frase.) A discussão é toda baseada do conceito falho dos seres humanos de que o tempo é uma linha reta por onde andamos do começo ao fim. Tempo é não-linear. Toda a história está acontecendo exatamente no mesmo instante.


A segunda, apesar de ser a mais antiga, vem de Quantum Leap, quando Sam Beckett (Scott Bakula, que depois seria capitão da Enterprise :D) explica que ele vê o tempo com uma linha, mas embolada como um novelo de lã. E que onde a linha do tempo se encostava, era possível atravessar de um segmento para outro.



A lembrança desses dois ícones Nerds na minha vida invadiram minha mente como um flash quando eu percebi que estava vivendo um momento de tempo não-linear alí mesmo, numa sexta-feira de chuva.

Depois de quase 6 anos, eu estava ali com uma amiga querida e todo aquele tempo que ficamos quase sem nenhum tipo de contato simplesmente não tinha valor nenhum. Entre nós, era como 6 dias, ou 6 minutos.

Nenhum receio, nenhum estranhamento, nenhum distanciamento.

Acredite, tempo não é linear. Basta vc saber olhar para o tempo pelas sensações que vc tem, não pelo calendário, ou pelo relógio. Tempo é simultâneo. E eu gosto que seja assim. :)

sábado, 19 de março de 2011

WW-WTF!

Todo mundo sabe que Smallville está finalmente em sua 10ª e última temporada. E todo mundo sabe que ela durou muito mais do que deveria.
Smallville teve sua melhor fase quando, apesar do nome, a série era quase que completamente focada no Luthor e tomou seu maior golpe quando Michael Rosenbaum disse que não queria mais brincar.
Capengando, ela está tentando chegar ao fim com certa dignidade... e em grande parte (com grandes tropeços e imperdoáveis momentos) está até conseguindo. E eu não acharia nada ruim de ver Tom Welling como Superman no cinema, por sinal.

Mas e depois? Smallville fecha a porteria da fazenda dos Kent e como fica?

Muito tempo se passou com boatos de uma "Gothan" para substituir "Smallville". Muita gente gostou da ideia, muita gente torceu o nariz... e qual o resultado?

WONDER WOMAN!

A principio, achei legal. Mas só a princípio...Logo surgiu uniforme tosquíssimo criado por Jim Lee para os HQ (e mesmo sendo o Jim Lee um grande desenhista, ele não tem o menor bom gosto para criar personagens) e o meu medo de ver aquela abominação na TV cresceu.

Mas eu ainda achava que era temporário... que ela voltaria a ser a Mulher Maravilha em pouco tempo... enfim, HOPE...

Até que eu vi isso:



Ou seja, darei a essa série a mesma atenção que dou aos filmes do Ben Afleck, do Richard Gere e do Nicholas Cage... a mais completa ignorada possível.

Não entende minha revolta: então veja aí embaixo quem é realmente a Mulher Maravilha (obrigado, Adam Hughes!)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Pra não perder

Esse post é um Crtl+C/Ctrl+V de um dos esquecidos blogs que comecei e abandonei... a ideia era boa e os textos são interessantes então vou publicar aqui antes de apagar. :D


LOGO

Logotipo é como chamamos a forma particular como o nome de uma marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. É um dos elementos gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se sua principal representação gráfica. A expressão costuma ser confundida com o neologismo logomarca, cuja imprecisão e incorreção costumam ser questionados pelos designers e estudiosos do design gráfico.

Logotipo é uma assinatura institucional, a cara da marca. Por isso ela deve aparecer em todas as peças gráficas feitas para a empresa. Como toda assinatura, o logotipo precisa seguir um padrão visual que a torna reconhecida onde quer que ela seja aplicada.

Usar corretamente o logotipo é uma das ações obrigatórias para o reforço da imagem e da personalidade da empresa.

A Sony utiliza como logotipo apenas a uma tipologia específica e característica para representar graficamente a marca - o logotipo, prescindindo da utilização de qualquer outro elemento gráfico adicional (símbolo) para compor a marca. Ao contrário da SONY, a Escola Oficina, utiliza simultaneamente um Símbolo e uma tipologia específica.

Símbolo - no nosso caso, e qualquer elemento gráfico usado na composição do logo como um dos elementos de identidade visual. Ele pode ser abstrato ou figurativo e tem como função ajudar a identificar uma marca, separando-a das demais, tornando-a única e distinta.

O símbolo deve possuir características próprias que permitam "intuir" determinadas associações, como por exemplo; "é caro", "simpático", "moderno"etc. simplesmente pela forma como foi desenhado.

Tipo – É a forma como o nome da empresa aparece escrito no Logo. Da mesma forma que o Símbolo, ela deve indicar de imediato o “espírito” da empresa. Nem sempre um Logo é formado pela composição de Tipo e Símbolo. Muitas vezes, ele é simplesmente a tipologia, sem nenhum grafismo associado a ela.

Flexibilidade

O Logo de uma empresa precisa ser respeitado, não importa onde ele será aplicado. Ninguém deve dar “uma apertadinha” para caber no espaço, ou alterar aleatoriamente a posição dos elementos dentro dele. Mas se você quer que seu logo seja respeitado, é preciso que você se lembre, na hora de criar, que esse logo será aplicado de várias formas e em vários formatos. Crie variações oficiais para seu logo.

Assim, ele será legível em pequenos formatos, poderá ser aplicado tanto na vertical quanto na horizontal, em apenas 1 cor, e em superfícies claras ou escuras. Com essas variações prontas, basta informar quem for utilizá-lo como escolher a melhor variação para cada aplicação.



CARTAZ
O que é?

Cartaz é, por definição, qualquer pedaço de papel impresso criado para ser anexado a uma parede ou superfície vertical. Normalmente, cartazes são compostos de elementos gráficos e textos, mas como não existe regra, é comum ver cartazes que sejam apenas compostos de elementos gráficos, e os que são compostos exclusivamente de texto, o já famoso “ All Type”.

Cartazes são criados para serem visualmente atraentes e transmitirem informação, ao mesmo tempo. Veículo de comunicação frequentemente usado na propaganda (especialmente de eventos, shows e filmes), o cartaz também pode ser usado apenas como componente decorativo. Outro uso para o cartaz é o educacional.

Apesar de não existir um tamanho mínimo ou máximo para que uma peça possa ser considerada um cartaz, é comum que eles sejam razoavelmente grandes, para que chamem a atenção de quem passa por eles. Um tamanho considerado padrão é o 40x60 cm. Muito comum também é trabalhar cartazes em formato A3 (42x29,7cm) para um melhor aproveitamento do papel.

Introdução
Segundo Max Gallo, historiador e estudioso da história dos cartazes, "há mais de duzentos anos, foram exibidos cartazes em locais públicos de todo o mundo. Visualmente impressionante, eles foram concebidos de forma a atrair a atenção dos transeuntes, tornando-nos conscientes de um ponto de vista político, incitando-nos a assistir eventos específicos, ou encorajando-nos a adquirir um determinado produto ou serviço.".

O cartaz moderno, como o conhecemos, no entanto, remonta a 1870, quando a indústria de impressão litográfica colorida foi aperfeiçoada, o que tornou possível a produção em massa.

O especialista em cartazes John Barnicoat diz que "Em pouco mais de cem anos, o cartaz passou a ser reconhecido como uma forma vital de arte, atraindo artistas de todos os níveis, de pintores como Toulouse-Lautrec e Mucha à designers comerciais e teatrais." Seus estilos podem variar do Art Nouveau, Simbolismo, Cubismo, e Art Deco ao mais formal Bauhaus e os muitas vezes incoerente cartazes hippie dos anos 1960.

A produção em massa

Cartazes, em suas formas mais rudimentares, como placas e notas, têm sido utilizadas a muito tempo, principalmente para publicidade e anúncios. Os cartazes “All Type”, sem imagens, apenas com texto, têm uma longa história: eles anunciaram as peças de Shakespeare e tornaram os cidadãos conscientes das proclamações do governo durante séculos. No entanto, a grande revolução nos cartazes veio com o desenvolvimento de técnicas de impressão que baratearam o custo, permitindo a produção e impressão em massa, principalmente a técnica da litografia, que foi inventada em 1796 pelo alemão Alois Senefelder. A invenção da litografia logo foi seguida pela cromolitografia, que permitia a impressão em massa de cartazes com cores.

Desenvolvimento como forma de arte
Na década de 1890, o cartaz já tinha tomado a Europa. Vários artistas renomados criaram arte em cartazes neste período. Entre eles, se destacaram Henri de Toulouse-Lautrec e Jules Chéret. Chéret é considerado o "pai" do anúncio em placas. Ele era um desenhista e cenógrafo que fundou, em 1866, um pequeno escritório de litografia. Ele usou personagens marcantes, cores brilhantes e contrastantes, e criou mais de 1000 anúncios, principalmente para exposições, teatros e produtos. A indústria logo atraiu muitos aspirantes a pintores que precisavam de uma fonte de renda para se sustentar.

Em pouco tempo, os cartazes transformaram as ruas de Paris em uma grande "galeria de arte nas ruas". Seu sucesso comercial foi tanto que a alguns dos artistas eram extremamente requisitados, e alguns dos astros do teatro selecionavam pessoalmente seus artistas preferidos para fazer o cartaz para uma próxima performance. A popularidade da arte em cartaz foi tal que, em 1884, foi feita uma grande exposição de cartazes em Paris.

Uso comercial
Até a década de 1890, o cartaz era utilizado massivamente em toda a Europa fazendo publicidade de tudo, desde bicicletas até touradas. No final do século 19, durante uma era que ficou conhecida como Belle Époque, a posição do cartaz como uma forma de arte séria foi elevada ainda mais. Entre 1895 e 1900, Jules Chéret criou a série Maîtres de l'Affiche (Mestres do pôster),que se tornou não só um sucesso comercial, mas agora é visto como um importante publicação histórica. Alphonse Mucha e Eugène Grasset também foram influentes designers de cartaz desta geração, conhecidos pelo seu estilo Art Nouveau e figuras estilizadas, particularmente mulheres.

Cartazes publicitários tornaram-se um tipo especial de arte gráfica na idade moderna. Artistas como Théophile Steinlen, Albert Guillaume, Leonetto Cappiello e outros se tornaram figuras importantes de sua época, tendo sua forma de arte sido transferida para publicidade em revista, assim como para o noticiário social e político.

Nos Estados Unidos, os cartazes não chegaram a ser vistos nesse mesmo nível artístico. Os cartazes americanos eram dirigidos principalmente para a necessidade básica comercial de transmitir uma informação escrita. No entanto, o aparecimento dos circos itinerantes trouxe cartazes de um colorido chamativo para de anunciar aos cidadãos que o circo estava chegando à cidade. Mas mesmos esses eram muito comerciais, de qualidade mediana, e poucos tinham algum valor ou criatividade artística.

Muitos cartazes tiveram grande mérito artístico e se tornaram extremamente itens de colecionadores. Entre eles, os cartazes publicitários da Feira Mundial e da Exposição Colonial

Uso Político

Momentos de grande turbulência também produziram grandes cartazes. A década de 1960 viu a ascensão da arte Pop e movimentos de protesto por todo o Ocidente, ambos fazendo grande uso de cartazes. Talvez os cartazes mais aclamado tenham sido os produzidos por estudantes franceses durante a chamada "événements" de maio de 1968.


Tipos de Cartaz

Propaganda e cartazes políticos

Durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, cartazes de recrutamento se tornaram extremamente comuns, e muitos deles ficaram se tornaram parte da memória de seus países, como os cartazes de "Lord Kitchener quer que você" no Reino Unido, o "Tio Sam quer você" nos Estados Unidos, ou o "Loose Lips Sink Ships" que alertavam sobre espiões estrangeiros. Mesmo em tempo de guerra, os cartazes também eram usados para propaganda, persuasão, e motivação, como os famosos cartazes Rosie Riveter , que apoiavam as mulheres trabalhadoras durante a Segunda Guerra Mundial dizendo "Nós podemos!". A União Soviética também produziu uma grande quantidade de cartazes de propaganda, alguns dos quais se tornaram ícones da Grande Guerra Patriótica. Durante as revoluções democráticas de 1989 na Europa Central e Oriental, o cartaz foi uma arma muito importante nas mãos da oposição. Cartazes políticos bravamente impressos ou feitos à mão apareceram no Muro de Berlim, na estátua de São Venceslau, em Praga e ao redor da cova de Imre Nagy, em Budapeste, e seu papel foi indispensável para a mudança democrática.

Cartazes publicitários
Muitos cartazes, particularmente os primeiros, foram utilizados para a publicidade de produtos. Cartazes continuaram a ser usados para esse fim, com cartazes de filmes, músicas (tanto dos shows como de LPs, CDs e DVDs), quadrinhos e viagens serem os exemplos mais notórios

Cartaz de Cinema

A indústria cinematográfica descobriu rapidamente que cartazes com cores vibrantes eram a forma mais fácil de vender seus filmes. Hoje, são produzidos cartazes para a maioria dos grandes filmes, e na colecionar esses cartazes se tornou um grande hobby. O cartaz mais valioso do mundo, do qual existe apenas um exemplar conhecido, é o cartaz, feito em pedra litográfica de Frankenstein, de 1931.

Cartaz de Quadrinhos

O boom dos quadrinhos em 1960 levou à produção em massa de cartazes de quadrinhos, a partir da década de 1970. A característica típica desses cartazes é o personagem principal ser apresentando em alguma cena marcante de ação. Por ser um mercado muito fechado, esses cartazes são impressos em quantidades bem menores que o normal. Cartazes promocionais são distribuídos dobrados, enquanto que os feitos para venda são enrolados. No Brasil, é comum apenas o cartaz promocional de quadrinhos, geralmente colados nas bancas de jornal.

Cartazes de Evento
Cartazes de eventos tornaram-se comuns. Qualquer tipo de evento público, desde um comício até uma peça de teatro, pode ser anunciado com cartazes; alguns tipos de eventos tornaram-se notáveis pelo seu cartaz anúncios publicitários. Eles geralmente possuem uma grande ilustração, com pouco texto, destacando principalmente quando e onde o evento irá acontecer.

Uma variação bastante popular no Brasil é o Lambe-lambe. Colado em muros e tapumes, os lambe-lambes geralmente são “All Type”, impressos em negativo e, ocasionalmente, com uma ou duas cores fluorescentes.

Cartaz Educacional

A maior parte das escolas tem cartazes nas paredes:

Cartazes publicitários para eventos da própria escola ou de eventos externos que sejam relacionados à assuntos abordados em sala de aula.

Cartazes de Conscientização sobre assuntos sociais.

Cartazes de referência rápida, como tabela periódica, protocolos de segurança e mapas.

Pseudo-cartazes publicitários sobre eventos esportivos da escola.

Pin-Up

Tiveram o auge da sua popularidade nos anos 20, os pin-ups mostram imagens de mulheres atraentes e são feitos para serem expostos. A popularidade do pin-up sexy é extremamente irregular. Pin-ups como Betty Grable e Jane Russell foram muito populares entre os soldados durante a Segunda Guerra Mundial, mas não tiveram o mesmo sucesso durante a Guerra do Vietnam. Já no fim dos anos 70 e início de 80, houve o boom de grandes cartazes com as atrizes das séries de TV, especialmente Farrah Fawcett e Cheryl Tiegs.

Fanposter
Tem crescido monstruosamente o uso de Fanposter, que nada mais é do que um cartaz criado por fãs de um filme, série ou show, feito para ser exibido para outros fãs em locais especializados. Alguns estúdios de cinema já usam o fanposter como forma de divulgação de seus filmes, incentivando os fãs a criarem seus próprios pôsteres, utilizando material disponibilizado nos sites oficiais das produções.

Cartaz de Banda

Cartazes de uso decorativo, que mostram um artista ou banda popular, são muito encontrados em quartos de adolescente.

Re-recomeço

Pela milionésima vez vou tentar ter um blog. Mas não vou esquentar muito a cabeça com frequência de atualização, porque senão nem começo! HEHEHE

O antigo e esquecido Blaaarghhhhhhhhhhhhhhblog morreu e hoje nasce o Café do Flexa.

Não, não abri uma cafeteria, mas recomendo a Cafeteria Naumann Gepp, no Centro ou no Pátio Iporanga.

O Café do Flexa vai ser o blog mais sem foco na história! Não tem temática...é ó pra eu poder falar mais que os tais 140 caracteres do Twitter :)

Combinados? Sem stress, sem cobrança e de vez em quando dá um pulo pra ver se eu lembrei de escrever alguma coisa nova aqui, ok?
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