domingo, 24 de abril de 2011

Atenção, religiosos: não leiam o Post abaixo

É... agora você não pode dizer que Não foi avisado. Leia por sua própria conta e risco.

Quem me conhece sabe que fé religiosoa é algo que eu, infelizmente, não tenho. E na verdade invejo quem tem.

Imagino que deve ser realmente maravilhoso deitar a cabeça no travesseiro toda noite sabendo que, se você é uma pessoa boa, não há nada a temer. Que vc será salvo, que terá uma vida após a vida (pra evitar dizer vida após a morte) melhor do que qualquer coisa que vc possa imaginar. Que existe um plano traçado pra você e que você está nesse mundo com um objetivo a cumprir.

Infelizmente eu não acredito nisso.... e me pergunto, realmente, como alguém consegue acreditar.

Ok, fé não se explica. Vamos seguir por essa linha de raciocínio por um instante.... como fé não se explica? Fé sem sustentação pra mim está mais para auto-enganação do que para algo divino. Você acredita que existe um plano superior, que existe paraíso, inferno, reencarnação...isso tem que ter fundamento em algo real. Uma crença não surge do nada.

A maior parte dos que acreditam nessas coisas o fazem porque foram criados e ensinados que tudo isso é real. E foram criados assim por pessoas que foram criadas assim.

Vamos então lembrar que durante muito tempo, a raça humana foi criada acreditando que escravidão era natural. que uma parcela da raça humana era superior a outra. Até em coisas menoss importantes, como nadar após comer... a crença nisso vem da educação que tivemos, sem nunca contestar a verdade que nos foi passada por nossos pais, que obviamente sabem o que estão dizendo.

Pois bem...eles também disseram que seu cachorro foi morar num sítio, onde ele é mais feliz. E hoje você sabe que eles disseram isso pra evitar que você sofresse ao saber que seu cachorro morreu.

Aplicando isso na história da humanidade, porque é mais fácil acreditar que exista mesmo um paraíso após a morte do que entender que a base dessa crença é mesma daquela do sítio para onde seu cachorro supostamente foi levado?

Consigo ver um dia um pai dizendo para um filho que sua mãe partiu para o paraíso que existe para os bons quando estes morrem na Terra, para dar um sentido de continuidade para essa criança que pudesse equilibrar o sentimento de perda. E vejo isso como algo tão simplesmente humano que poderia se repetir em culturas das mais variadas.

A crença na vida após a morte é a base que sustenta a maioria de nós. Sem ela, grande parte da população não veria sentido em fazer nada da vida. Seria o caos.

Mas tudo isso foi para introduzir o assunto ainda mais polêmico. A Igreja Católica. A crença cristã.

Eu tento ver o que o cristão vê. Eu tento ver um homem milagroso que morreu para lavar o pecado de todos. E não consigo.

É inevitável aceitar que alguma parte da história de Jesus seja verdadeira. O que se fala hoje tem que ter partido de uma base real.

Então vamos dizer que eu aceito a existência do Jesus histórico. Existia um homem chamado Jesus, que via a realidade de sua época com uma clareza que outros não viam, que via a necessidade de mudança e tinha uma estratégia de como fazer com que essasmudanças acontecessem.

Na minha cabeça, Jesus foi um rebelde. Ele enfrentou o status quo, criou uma rede de conexões que disseminou sua visão e colocou na cabeça do povo que a vida deles podia ser melhor se o mundo funcionasse daquela forma.

Não descarto nem mesmo a possibilidade de que ele, ou seu grupo de seguidores, intencionalmente plantou cada uma das histórias de seus milagres de cura, enfim... uma pessoa com uma capacidade tão desenvolvida de ver o mundo como ele era, teria total capacidade de ver que lidar com o mítico, com o irreal e o supersticioso era a maneira mais rápida de se fazer ouvir. Fazer valer sua palavra se colocando numa posição de ser alguém que valia a pena ser ouvido. Alguém por quem valia a pena lutar.

E seu plano funcionou tão bem que mesmo sua morte não calou suas palavras. Mais do que isso, fez com que elas valessem mais.

Criou-se o mito, o ícone. E com o tempo, até mesmo a maior potência do mundo antigo teve que se curvar a ele. O Império Romano cristianizou-se. Mas não por fé, mas por política.

Olhando para o passado, e sabendo o que sabemos, como crer que a história cristã é mais do que uma rebelião que rendeu frutos? Como ver religiosamente atos humanos?

Hoje vemos o poder de Roma ainda de pé, não como o grande império de antes, mas como centro da maior religião do mundo, com suas próprias leis, suas próprias posturas, sua própria linha ética que os coloca a parte da sociedade comum.

Vemos datas religiosas serem comemoradas cegamente, mesmo sabendo que elas foram tomadas de outras cultuiras e crenças, apenas para facilitar a entrada da nova religião e da nova vida no cotidiano dos povos dominados. E sabemos disso. temos registros históricos que mostram isso... e ainda assim deixamos passar como uma data cristã, com simbolismos cristãos...

Vemos padres pedófilos intocáveis pela lei comum por serem parte de uma sociedade diferente da nossa... E eles só podem ser punidos pelos seus iguais...

Hoje é Páscoa. Eu sei que esse é um feriado pagão sem nenhuma ligação real com Jesus, com ressurreição... E vejo a TV inundada de inverdades repetidas por serem passadas a tanto tempo como verdades que ninguém tem coragem, vontade ou força de combater, mesmo sabendo que tudo isso nunca foi mais que um movimento político para fazer as massas engolirem uma nova crença.

A única coisa que me consola é ver essa história se repetir... e perceber que Páscoa é cada vez menos a ressurreição de cristo e cada dia mais o Dia do Chocolate. Que Natal é cada vez menos o nascimento de cristo, e cada dia o Dia do Presente.

A história se repete... E eu, ao mesmo tempo que me sinto um pouco triste por não acreditar cegamente em algo, me sinto feliz por ser capaz de ver além daquilo que me foi passado como verdade.

Talvez seja hora de uma nova rebelião... será?

PS: Não quero atacar ninguém com este post...apenas dar voz aos meus pensamentos, já que os que acreditam em tudo isso sempre puderam expor seus pensamentos.

A idéia é colocar uma interrogação e questionar a validade de uma crença que é tão incompatível com tudo o que sabemos.

Mais do que isso, desejo a todos um ótimo Dia do Chocolate! :D

quinta-feira, 31 de março de 2011

Olha o jabá!

Pois é minha gente, enquanto o arquivo gigantesco que está salvando não acaba de processar, eu tenho um tempinho pra vir aqui e dizer oi.

Oi.

Ah! E fazer um jabá, claro...


Esse aí é o KhayLass, e se você não for visitar minha galeria no Deviant Art, esse martelo encontrará de forma contundente seu crânio.

sexta-feira, 25 de março de 2011

When Captain America throws his mighty shield

Gostaria muito de acreditar que os executivos da FOX fossem acompanhar o Café do Flexa. Esse post é dedicado à eles.

Viram o trailer de Captain America: First Avenger ?

Então veja aí que o texto continua depois...



Viu, FOX? É assim que se faz.

É exatamente fiel ao Capitão América que conhecemos nas HQ? NÃO. Ele foi adaptado para uma mídia nova, teve seu visual modificado para ser mais plausível (ou tão plausível quanto possível num mundo de superheroes) e o trailer já mostra que será mágico!

Perceberam que o ator também já foi um herói da Marvel, mas num filme da FOX? Pois é... conseguiram pescar o cara no abominável Fantastic Four e transformar o sujeito em um Cap que convence!

Recapitulando... Captain America e Thor seguem o caminho do sucesso de Iron Man. Xmen-Frist Class segue o caminho de daredevil, Ghost Rider, Fantastic Four, Spiderman 3... preciso dizer pra onde?

Opinião minha... Captain Maerica: First Avenger só deve ficar atrás de Thor. Anthony Hopkins e Kenneth Branagh juntos? Com Mjolnir? Não sobrará pedra sobre pedra!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Tempo não-linear

Tem coisas que entram na nossa cabeça de um jeito, que nunca conseguimos esquecer.
Existem duas lembranças gravadas no meu cérebro nerd muito específicas quando se fala da lienaridade do tempo.

A primeira delas (não a mais antiga, mas a mais marcante) vem da sagrada franquia de Star Trek. Em DS9, quando Sisko encontra pela primeira vez os Profetas de Bajor. (sim, eu sei que não dá pra deixar esse post mais nerd depois dessa frase.) A discussão é toda baseada do conceito falho dos seres humanos de que o tempo é uma linha reta por onde andamos do começo ao fim. Tempo é não-linear. Toda a história está acontecendo exatamente no mesmo instante.


A segunda, apesar de ser a mais antiga, vem de Quantum Leap, quando Sam Beckett (Scott Bakula, que depois seria capitão da Enterprise :D) explica que ele vê o tempo com uma linha, mas embolada como um novelo de lã. E que onde a linha do tempo se encostava, era possível atravessar de um segmento para outro.



A lembrança desses dois ícones Nerds na minha vida invadiram minha mente como um flash quando eu percebi que estava vivendo um momento de tempo não-linear alí mesmo, numa sexta-feira de chuva.

Depois de quase 6 anos, eu estava ali com uma amiga querida e todo aquele tempo que ficamos quase sem nenhum tipo de contato simplesmente não tinha valor nenhum. Entre nós, era como 6 dias, ou 6 minutos.

Nenhum receio, nenhum estranhamento, nenhum distanciamento.

Acredite, tempo não é linear. Basta vc saber olhar para o tempo pelas sensações que vc tem, não pelo calendário, ou pelo relógio. Tempo é simultâneo. E eu gosto que seja assim. :)

sábado, 19 de março de 2011

WW-WTF!

Todo mundo sabe que Smallville está finalmente em sua 10ª e última temporada. E todo mundo sabe que ela durou muito mais do que deveria.
Smallville teve sua melhor fase quando, apesar do nome, a série era quase que completamente focada no Luthor e tomou seu maior golpe quando Michael Rosenbaum disse que não queria mais brincar.
Capengando, ela está tentando chegar ao fim com certa dignidade... e em grande parte (com grandes tropeços e imperdoáveis momentos) está até conseguindo. E eu não acharia nada ruim de ver Tom Welling como Superman no cinema, por sinal.

Mas e depois? Smallville fecha a porteria da fazenda dos Kent e como fica?

Muito tempo se passou com boatos de uma "Gothan" para substituir "Smallville". Muita gente gostou da ideia, muita gente torceu o nariz... e qual o resultado?

WONDER WOMAN!

A principio, achei legal. Mas só a princípio...Logo surgiu uniforme tosquíssimo criado por Jim Lee para os HQ (e mesmo sendo o Jim Lee um grande desenhista, ele não tem o menor bom gosto para criar personagens) e o meu medo de ver aquela abominação na TV cresceu.

Mas eu ainda achava que era temporário... que ela voltaria a ser a Mulher Maravilha em pouco tempo... enfim, HOPE...

Até que eu vi isso:



Ou seja, darei a essa série a mesma atenção que dou aos filmes do Ben Afleck, do Richard Gere e do Nicholas Cage... a mais completa ignorada possível.

Não entende minha revolta: então veja aí embaixo quem é realmente a Mulher Maravilha (obrigado, Adam Hughes!)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Pra não perder

Esse post é um Crtl+C/Ctrl+V de um dos esquecidos blogs que comecei e abandonei... a ideia era boa e os textos são interessantes então vou publicar aqui antes de apagar. :D


LOGO

Logotipo é como chamamos a forma particular como o nome de uma marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. É um dos elementos gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se sua principal representação gráfica. A expressão costuma ser confundida com o neologismo logomarca, cuja imprecisão e incorreção costumam ser questionados pelos designers e estudiosos do design gráfico.

Logotipo é uma assinatura institucional, a cara da marca. Por isso ela deve aparecer em todas as peças gráficas feitas para a empresa. Como toda assinatura, o logotipo precisa seguir um padrão visual que a torna reconhecida onde quer que ela seja aplicada.

Usar corretamente o logotipo é uma das ações obrigatórias para o reforço da imagem e da personalidade da empresa.

A Sony utiliza como logotipo apenas a uma tipologia específica e característica para representar graficamente a marca - o logotipo, prescindindo da utilização de qualquer outro elemento gráfico adicional (símbolo) para compor a marca. Ao contrário da SONY, a Escola Oficina, utiliza simultaneamente um Símbolo e uma tipologia específica.

Símbolo - no nosso caso, e qualquer elemento gráfico usado na composição do logo como um dos elementos de identidade visual. Ele pode ser abstrato ou figurativo e tem como função ajudar a identificar uma marca, separando-a das demais, tornando-a única e distinta.

O símbolo deve possuir características próprias que permitam "intuir" determinadas associações, como por exemplo; "é caro", "simpático", "moderno"etc. simplesmente pela forma como foi desenhado.

Tipo – É a forma como o nome da empresa aparece escrito no Logo. Da mesma forma que o Símbolo, ela deve indicar de imediato o “espírito” da empresa. Nem sempre um Logo é formado pela composição de Tipo e Símbolo. Muitas vezes, ele é simplesmente a tipologia, sem nenhum grafismo associado a ela.

Flexibilidade

O Logo de uma empresa precisa ser respeitado, não importa onde ele será aplicado. Ninguém deve dar “uma apertadinha” para caber no espaço, ou alterar aleatoriamente a posição dos elementos dentro dele. Mas se você quer que seu logo seja respeitado, é preciso que você se lembre, na hora de criar, que esse logo será aplicado de várias formas e em vários formatos. Crie variações oficiais para seu logo.

Assim, ele será legível em pequenos formatos, poderá ser aplicado tanto na vertical quanto na horizontal, em apenas 1 cor, e em superfícies claras ou escuras. Com essas variações prontas, basta informar quem for utilizá-lo como escolher a melhor variação para cada aplicação.



CARTAZ
O que é?

Cartaz é, por definição, qualquer pedaço de papel impresso criado para ser anexado a uma parede ou superfície vertical. Normalmente, cartazes são compostos de elementos gráficos e textos, mas como não existe regra, é comum ver cartazes que sejam apenas compostos de elementos gráficos, e os que são compostos exclusivamente de texto, o já famoso “ All Type”.

Cartazes são criados para serem visualmente atraentes e transmitirem informação, ao mesmo tempo. Veículo de comunicação frequentemente usado na propaganda (especialmente de eventos, shows e filmes), o cartaz também pode ser usado apenas como componente decorativo. Outro uso para o cartaz é o educacional.

Apesar de não existir um tamanho mínimo ou máximo para que uma peça possa ser considerada um cartaz, é comum que eles sejam razoavelmente grandes, para que chamem a atenção de quem passa por eles. Um tamanho considerado padrão é o 40x60 cm. Muito comum também é trabalhar cartazes em formato A3 (42x29,7cm) para um melhor aproveitamento do papel.

Introdução
Segundo Max Gallo, historiador e estudioso da história dos cartazes, "há mais de duzentos anos, foram exibidos cartazes em locais públicos de todo o mundo. Visualmente impressionante, eles foram concebidos de forma a atrair a atenção dos transeuntes, tornando-nos conscientes de um ponto de vista político, incitando-nos a assistir eventos específicos, ou encorajando-nos a adquirir um determinado produto ou serviço.".

O cartaz moderno, como o conhecemos, no entanto, remonta a 1870, quando a indústria de impressão litográfica colorida foi aperfeiçoada, o que tornou possível a produção em massa.

O especialista em cartazes John Barnicoat diz que "Em pouco mais de cem anos, o cartaz passou a ser reconhecido como uma forma vital de arte, atraindo artistas de todos os níveis, de pintores como Toulouse-Lautrec e Mucha à designers comerciais e teatrais." Seus estilos podem variar do Art Nouveau, Simbolismo, Cubismo, e Art Deco ao mais formal Bauhaus e os muitas vezes incoerente cartazes hippie dos anos 1960.

A produção em massa

Cartazes, em suas formas mais rudimentares, como placas e notas, têm sido utilizadas a muito tempo, principalmente para publicidade e anúncios. Os cartazes “All Type”, sem imagens, apenas com texto, têm uma longa história: eles anunciaram as peças de Shakespeare e tornaram os cidadãos conscientes das proclamações do governo durante séculos. No entanto, a grande revolução nos cartazes veio com o desenvolvimento de técnicas de impressão que baratearam o custo, permitindo a produção e impressão em massa, principalmente a técnica da litografia, que foi inventada em 1796 pelo alemão Alois Senefelder. A invenção da litografia logo foi seguida pela cromolitografia, que permitia a impressão em massa de cartazes com cores.

Desenvolvimento como forma de arte
Na década de 1890, o cartaz já tinha tomado a Europa. Vários artistas renomados criaram arte em cartazes neste período. Entre eles, se destacaram Henri de Toulouse-Lautrec e Jules Chéret. Chéret é considerado o "pai" do anúncio em placas. Ele era um desenhista e cenógrafo que fundou, em 1866, um pequeno escritório de litografia. Ele usou personagens marcantes, cores brilhantes e contrastantes, e criou mais de 1000 anúncios, principalmente para exposições, teatros e produtos. A indústria logo atraiu muitos aspirantes a pintores que precisavam de uma fonte de renda para se sustentar.

Em pouco tempo, os cartazes transformaram as ruas de Paris em uma grande "galeria de arte nas ruas". Seu sucesso comercial foi tanto que a alguns dos artistas eram extremamente requisitados, e alguns dos astros do teatro selecionavam pessoalmente seus artistas preferidos para fazer o cartaz para uma próxima performance. A popularidade da arte em cartaz foi tal que, em 1884, foi feita uma grande exposição de cartazes em Paris.

Uso comercial
Até a década de 1890, o cartaz era utilizado massivamente em toda a Europa fazendo publicidade de tudo, desde bicicletas até touradas. No final do século 19, durante uma era que ficou conhecida como Belle Époque, a posição do cartaz como uma forma de arte séria foi elevada ainda mais. Entre 1895 e 1900, Jules Chéret criou a série Maîtres de l'Affiche (Mestres do pôster),que se tornou não só um sucesso comercial, mas agora é visto como um importante publicação histórica. Alphonse Mucha e Eugène Grasset também foram influentes designers de cartaz desta geração, conhecidos pelo seu estilo Art Nouveau e figuras estilizadas, particularmente mulheres.

Cartazes publicitários tornaram-se um tipo especial de arte gráfica na idade moderna. Artistas como Théophile Steinlen, Albert Guillaume, Leonetto Cappiello e outros se tornaram figuras importantes de sua época, tendo sua forma de arte sido transferida para publicidade em revista, assim como para o noticiário social e político.

Nos Estados Unidos, os cartazes não chegaram a ser vistos nesse mesmo nível artístico. Os cartazes americanos eram dirigidos principalmente para a necessidade básica comercial de transmitir uma informação escrita. No entanto, o aparecimento dos circos itinerantes trouxe cartazes de um colorido chamativo para de anunciar aos cidadãos que o circo estava chegando à cidade. Mas mesmos esses eram muito comerciais, de qualidade mediana, e poucos tinham algum valor ou criatividade artística.

Muitos cartazes tiveram grande mérito artístico e se tornaram extremamente itens de colecionadores. Entre eles, os cartazes publicitários da Feira Mundial e da Exposição Colonial

Uso Político

Momentos de grande turbulência também produziram grandes cartazes. A década de 1960 viu a ascensão da arte Pop e movimentos de protesto por todo o Ocidente, ambos fazendo grande uso de cartazes. Talvez os cartazes mais aclamado tenham sido os produzidos por estudantes franceses durante a chamada "événements" de maio de 1968.


Tipos de Cartaz

Propaganda e cartazes políticos

Durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, cartazes de recrutamento se tornaram extremamente comuns, e muitos deles ficaram se tornaram parte da memória de seus países, como os cartazes de "Lord Kitchener quer que você" no Reino Unido, o "Tio Sam quer você" nos Estados Unidos, ou o "Loose Lips Sink Ships" que alertavam sobre espiões estrangeiros. Mesmo em tempo de guerra, os cartazes também eram usados para propaganda, persuasão, e motivação, como os famosos cartazes Rosie Riveter , que apoiavam as mulheres trabalhadoras durante a Segunda Guerra Mundial dizendo "Nós podemos!". A União Soviética também produziu uma grande quantidade de cartazes de propaganda, alguns dos quais se tornaram ícones da Grande Guerra Patriótica. Durante as revoluções democráticas de 1989 na Europa Central e Oriental, o cartaz foi uma arma muito importante nas mãos da oposição. Cartazes políticos bravamente impressos ou feitos à mão apareceram no Muro de Berlim, na estátua de São Venceslau, em Praga e ao redor da cova de Imre Nagy, em Budapeste, e seu papel foi indispensável para a mudança democrática.

Cartazes publicitários
Muitos cartazes, particularmente os primeiros, foram utilizados para a publicidade de produtos. Cartazes continuaram a ser usados para esse fim, com cartazes de filmes, músicas (tanto dos shows como de LPs, CDs e DVDs), quadrinhos e viagens serem os exemplos mais notórios

Cartaz de Cinema

A indústria cinematográfica descobriu rapidamente que cartazes com cores vibrantes eram a forma mais fácil de vender seus filmes. Hoje, são produzidos cartazes para a maioria dos grandes filmes, e na colecionar esses cartazes se tornou um grande hobby. O cartaz mais valioso do mundo, do qual existe apenas um exemplar conhecido, é o cartaz, feito em pedra litográfica de Frankenstein, de 1931.

Cartaz de Quadrinhos

O boom dos quadrinhos em 1960 levou à produção em massa de cartazes de quadrinhos, a partir da década de 1970. A característica típica desses cartazes é o personagem principal ser apresentando em alguma cena marcante de ação. Por ser um mercado muito fechado, esses cartazes são impressos em quantidades bem menores que o normal. Cartazes promocionais são distribuídos dobrados, enquanto que os feitos para venda são enrolados. No Brasil, é comum apenas o cartaz promocional de quadrinhos, geralmente colados nas bancas de jornal.

Cartazes de Evento
Cartazes de eventos tornaram-se comuns. Qualquer tipo de evento público, desde um comício até uma peça de teatro, pode ser anunciado com cartazes; alguns tipos de eventos tornaram-se notáveis pelo seu cartaz anúncios publicitários. Eles geralmente possuem uma grande ilustração, com pouco texto, destacando principalmente quando e onde o evento irá acontecer.

Uma variação bastante popular no Brasil é o Lambe-lambe. Colado em muros e tapumes, os lambe-lambes geralmente são “All Type”, impressos em negativo e, ocasionalmente, com uma ou duas cores fluorescentes.

Cartaz Educacional

A maior parte das escolas tem cartazes nas paredes:

Cartazes publicitários para eventos da própria escola ou de eventos externos que sejam relacionados à assuntos abordados em sala de aula.

Cartazes de Conscientização sobre assuntos sociais.

Cartazes de referência rápida, como tabela periódica, protocolos de segurança e mapas.

Pseudo-cartazes publicitários sobre eventos esportivos da escola.

Pin-Up

Tiveram o auge da sua popularidade nos anos 20, os pin-ups mostram imagens de mulheres atraentes e são feitos para serem expostos. A popularidade do pin-up sexy é extremamente irregular. Pin-ups como Betty Grable e Jane Russell foram muito populares entre os soldados durante a Segunda Guerra Mundial, mas não tiveram o mesmo sucesso durante a Guerra do Vietnam. Já no fim dos anos 70 e início de 80, houve o boom de grandes cartazes com as atrizes das séries de TV, especialmente Farrah Fawcett e Cheryl Tiegs.

Fanposter
Tem crescido monstruosamente o uso de Fanposter, que nada mais é do que um cartaz criado por fãs de um filme, série ou show, feito para ser exibido para outros fãs em locais especializados. Alguns estúdios de cinema já usam o fanposter como forma de divulgação de seus filmes, incentivando os fãs a criarem seus próprios pôsteres, utilizando material disponibilizado nos sites oficiais das produções.

Cartaz de Banda

Cartazes de uso decorativo, que mostram um artista ou banda popular, são muito encontrados em quartos de adolescente.

Re-recomeço

Pela milionésima vez vou tentar ter um blog. Mas não vou esquentar muito a cabeça com frequência de atualização, porque senão nem começo! HEHEHE

O antigo e esquecido Blaaarghhhhhhhhhhhhhhblog morreu e hoje nasce o Café do Flexa.

Não, não abri uma cafeteria, mas recomendo a Cafeteria Naumann Gepp, no Centro ou no Pátio Iporanga.

O Café do Flexa vai ser o blog mais sem foco na história! Não tem temática...é ó pra eu poder falar mais que os tais 140 caracteres do Twitter :)

Combinados? Sem stress, sem cobrança e de vez em quando dá um pulo pra ver se eu lembrei de escrever alguma coisa nova aqui, ok?
Ocorreu um erro neste gadget